E que o pensamento é livre do julgamento
Então por que não se ouve o lamento
Daquele que é calmo, sereno e manso?
Eles falam que lá o amor vale a pena
E que todos são recebidos com simpatia
Então como se explica a ironia
De não amar àquele que não condena?
Eles pedem a mão, mas querem o braço
Elogiam a voz, anelam pelo canto
O coração não ouve, no entanto,
O choro do que se entregou ao cansaço
Eles exigem de todos provas de mudança
Sufocam o amor, o descanso é incerto
Mas uma coisa não muda e disso estou certo:
A doce e indelével esperança.
Eles exigem de todos provas de mudança
Sufocam o amor, o descanso é incerto
Mas uma coisa não muda e disso estou certo:
A doce e indelével esperança.
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